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Local: Convento dos Remédios
Data: até 29 de agosto
Hora: 21:30 até às 23:00

 

Os estudos superiores na Universidade de Évora, em Teatro e em Música, e o desenvolvimento de outros projetos conjuntos, são alguns dos pontos comuns entre os autores desta nova criação artística do “Artes à Rua 2019”, apresentada ao público a 28 e 29 de agosto, no Convento dos Remédios, às 21h30.
Os quatro jovens artistas de “Stand By”, peça de teatro a que aliam também a música e a dança, partilham o desejo de realizar “um espetáculo inspirado no próprio processo artístico e que parte das experiências e vivências dos seus intérpretes” e que traduz duas constantes da vida, “a espera” e a “necessidade de mudança”.
Rúben Jaulino e Tiago Miguel Carrasco são os autores do texto e os seus intérpretes, Juliana Fonseca está encarregue da dramaturgia e Bruno Domingos da composição musical.
Consideram o texto da peça de “pessoal e intimista” e revelam que o projeto surge de várias viagens feitas pelos dois autores, de carro, no quotidiano e no imaginário, e pretende provocar no público “introspeção coletiva”.

 

Ficha Artística e Técnica
Direção Artística Rúben Jaulino
Texto Rúben Jaulino e Tiago Miguel Carrasco
Intérpretes Rúben Jaulino e Tiago Miguel Carrasco
Dramaturgia Juliana Fonseca
Composição Musical Bruno Domingos
Desenho de Luz Coletivo
Operação de Luz Juliana Fonseca
Design Gráfico Rúben Jaulino
Fotografia Rúben Jaulino
Produção Tiago Miguel Carrasco
Parcerias BLACKBOX – Serviços de iluminação, áudio e vídeo

Organização: Câmara Municipal de Évora – Festival Artes à Rua

Fonte: http://www.cm-evora.pt/pt/agendacultural/Paginas/STAND-BY.aspx

Data: até 28 de agosto
Hora: 22:00 até às 02:00
Local: O Bom O Mau e O Vilão

ENTRADA LIVRE // FREE ENTRY

 

Aqui vem o pior pistoleiro pronto a disparar. Tem as armas carregadas e vai passar a noite a atirar. A música indie electrónica vai voar dos seus pratos em todas as direcções, queremos nós dizer. Mas tu não podes parar de te mexer, porque ele pode apanhar-te e forçar-te a ceder.

O verão começa finalmente a fazer sentido! Ao longo do mês de Agosto, o Cinema Monumental dedica parte substancial da programação a uma nova secção, Sons de Verão, que contará com oito sessões em que serão exibidos filmes com ligação aos mais distintos géneros musicais. Pisaremos os solos musicais da América Latina, com a música argentina de Astor Piazzolla, que revolucionou o tango, e com a pioneira cantora mexicana Chavela Vargas. Ouviremos a música clássica do pianista Glenn Gould, a Ópera de Barbara Hannigan, de Maria Callas e de Cecilia Bartoli, ou os mitos da vida de Maria Malibran contados por Werner Schroeter. E ainda há espaço para as fronteiras ténues da new wave, punk, art rock…dos inclassificáveis Talking Heads.

 


 

Sábado, 3 de Agosto, 17h
PIAZZOLLA: OS ANOS DO TUBARÃO, Daniel Rosenfeld

Domingo, 4 de Agosto, 16h30
CHAVELA, Catherine Gund e Daresha Kyi

Sábado, 10 de Agosto, 21h30
32 CURTAS METRAGENS SOBRE GLENN GOULD, François Girard (Inédito)

Domingo, 11 de Agosto, 18h15
VARIAÇÕES DE CASANOVA , Michael Sturminger
+ C’EST PRESQUE AU BOUT DU MONDE, Mathieu Amalric
+ MUSIC IS MUSIC, Mathieu Amalric
(Barbara Hannigan)

Sábado, 17 de Agosto, 21h30
MARIA BY CALLAS, Tom Volf

Sábado, 24 de Agosto, 16h30
STOP MAKING SENSE, Jonathan Demme

Sábado, 31 de Agosto, 16h30
A MORTE DE MARIA MALIBRAN, Werner Schroeter

Sábado, 31 de Agosto, 19h
MALIBRAN REDISCOVERED – THE ROMANTIC REVOLUTION, Michael Sturminger (Inédito)

Domingo, 1 de Setembro, 19h30
ALBAN BERG: LULU – Opera in three acts
com Barbara Hannigan
encenação de Krzysztof Warlikowski
(Barbara Hannigan/Inédito)

 

+ info: http://medeiafilmes.com/eventos/ver/evento/fins-de-semana-no-cinema-monumental-agosto/

 

fonte:https://www.viralagenda.com/pt/events/777288/sons-de-verao-filmes-e-musica-fins-de-semana-no-monumental

Local: Fórum Municipal Luísa Todi – Setúbal
Data: 28 de agosto
Hora: 22:00 até às 23:30

M/16 | Duração aprox.: 80 minutos

A partir da obra Passos em Volta de Herberto Hélder pretendemos pensar a história de um poeta e de um país que faz parte de um continente em extinção: a Europa tal como a conhecemos. É também um espectáculo sobre o teatro e aqueles que dedicam a sua vida à poesia feita através dos seus corpos. Partindo do conjunto de textos agrupados na obra homónima do autor, iremos incluir no trabalho criativo, um conjunto de outros poemas e excertos biográficos do poeta. A estreia ocorrerá no segundo trimestre de 2019, seguindo depois para itinerância nacional e internacional.

Textos Originais: Herberto Hélder | Adaptação, Direcção e Espaço Cénico: João Garcia Miguel | Interpretação: João Lagarto, David Pereira Bastos, Duarte Melo, Lara Guidetti ou Beatriz Godinho | Banda Sonora: Alberto Lopes | Assistência à Encenação: Rita Costa | Figurinos: Rute Osório de Castro | Direcção Técnica: Roger Madureira | Direcção de Produção: Georgina Pires | Fotografia: Mário Campos Rainha | Assessoria de Imprensa: Alcina Monteiro | Apoio Técnico: AUDEX, Companhia João Garcia Miguel, Teatro Ibérico, DGARTES, Governo de Portugal, Junta de Freguesia do Beato, IEFP, Centro Cultural Vila Flor e Festivais Gil Vicente, Teatro Aveirense, Teatro-Cine de Torres Vedras, TM Porto

Local: Escola Secundária Sebastião da Gama
Data: 27 de Agosto

M/ 12 | Duração aprox.: 75 minutos

O mundo virtual facilitou a comunicação entre pessoas, mas também facilitou a criação de perfis falsos, usados para todo o tipo de actividades dúbias e para a criação do equivalente digital dos antigos gangues de rua. É perante esta fragmentação do eu, em que a identidade se pode tornar uma ferramenta de libertação e opressão, que vivemos. Em palco criaremos um fórum onde os performers tentam construir a sua identidade – verdadeira ou falsa – dentro das fórmulas que o site lhes dá – memes, vlogs, rage comics, gifs – que vão da partilha de interesses e afectos, ao ódio comum a indivíduos e organizações. No meio desta teia complexa, o que acontece quando alguém tenta encontrar uma expressão própria e sair desse sistema?

Autor: Jorge Palinhos | Encenação: Pedro Alves | Intérpretes: Rafael Barreto, Elson Marlon Ferreira e Margarida Belo Costa, com David Mendes (jovem da Casa Seis) e Beatriz Andrade, Nelma Santos e Suse Rodrigues (jovens do CAF Lumiar) e outro grupo de jovens de cada local de apresentação | Cenografia: Pedro Silva | Fotografia: Catarina Lobo | Vídeo: Ricardo Reis | Assistência de vídeo: Madalena Carvalho (estagiária) | Direcção técnica e Desenho de Luz: Carlos Arroja | Ilustração e design gráfico: Alex Gozblau | Produção Executiva: Inês Oliveira | Produção: teatromosca | Coprodução: CAB – Centro Coreográfico de Lisboa | Parceria: Casa Seis e CAF Lumiar

fonte: https://www.viralagenda.com/pt/events/773554/anonimo-teatromosca

Esta visita conta a história de uma Casa de família que se transformou
em Museu da Música Portuguesa.
Quem foram as famílias O’Neill e Mantero Bellard?
Que projeto o arquiteto Raul Lino apresentou a Jorge O’Neill?
Como era a envolvente do Monte Estoril à época?
Estas e outras questões socioculturais serão debatidas e inter-relacionadas com a passagem da casa de família para Museu da Música Portuguesa, fundado com os espólios do etnomusicólogo Michel Giacometti e do compositor Fernando Lopes Graça.
Baseando-nos nas diversas fontes e apontamentos de historiadores iremos conduzir a visita na descoberta de um novo Olhar, acrescentando um novo valor à Casa Verdades Faria, Museu Música Portuguesa.